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20190804
WhatsApp vai mostrar se uma mensagem foi encaminhada muitas vezes
O WhatsApp está se esforçando para não contribuir – mais – com a disseminação de notícias falsas e boatos. Depois de limitar o número de vezes que uma única mensagem pode ser compartilhada e marcá-la como "encaminhada", a plataforma começou, nesta sexta-feira(2), a lançar um novo recurso que indica quando uma mesma mensagem foi encaminhada inúmeras vezes.
Anteriormente, a função, chamada "Frequently Forwarded" (encaminhado com frequência, em tradução literal), estava em fase de testes da versão beta 2.19.80 do WhatsApp. A assessoria da empresa informou ao Olhar Digital que a companhia está estreando a novidade em aplicativos Android e iOS atualizados de usuários no mundo todo de forma gradual.
Isso significa que os apps estão recebendo o recurso aos poucos e, por isso, em muitos ele ainda não está disponível. Como o Brasil é um dos maiores mercados do mensageiro, a ferramenta deve chegar em breve por aqui.
Com o recurso, uma mensagem encaminhada mais de cinco vezes será marcada com a etiqueta "Frequently Forwarded" ao lado de um ícone de seta dupla, em vez de uma seta única, como aparece no conteúdo encaminhado pela plataforma atualmente.
O WhatsApp também vai notificar o usuário quando ele for encaminhar uma mensagem que já foi enviada múltiplas vezes por outra pessoa com o texto "Essa mensagem vai ser marcada como encaminhada muitas vezes".
"Recentemente, introduzimos uma atualização em nossas mensagens encaminhadas que ajuda as pessoas a identificarem quando receberam mensagens que foram encaminhadas várias vezes anteriormente. Essas mensagens altamente encaminhadas serão marcadas com um ícone de seta dupla e os usuários serão avisados [sobre isso] quando encaminharem tais mensagens", disse um porta-voz do WhatsApp ao portal Live Mint.
A nova atualização vale para textos, imagens, vídeos e áudios encaminhados. É uma forma do WhatsApp combater a propagação de notícias falas e desinformação pela plataforma, problema que fez a empresa receber muitas críticas durante as eleições brasileiras de 2018. Fonte: Olhar Digital)
20190718
Instagram deixa de mostrar número de curtidas das postagens
Usuários da rede social Instagram no Brasil perceberam hoje (17) uma importante mudança. Entre os recursos da plataforma o número de “curtidas”, também conhecidas como “likes” que uma publicação recebe, não fica mais visível para todos os usuários. O tema foi um dos mais discutidos do dia em outra rede social, o Twitter, e esteve entre os mais buscados no Google.
A mudança no Brasil está entre os testes anunciados em abril deste ano durante um evento de desenvolvedores do Facebook, empresa controladora do Instagram.
A experiência faz parte de uma série de medidas que o Instagram vem anunciando nos últimos meses para combater práticas nocivas na rede, como o discurso de ódio ou o bullying na web. Tais ações são uma resposta a críticas recebidas pela plataforma de que sua arquitetura e lógica de funcionamento favoreceriam um ambiente prejudicial ao bem-estar de seus integrantes.
Um estudo da Sociedade Real para a Saúde Pública, realizado em 2017, apontou o Instagram como a pior rede social para o bem-estar e a saúde mental de adolescentes. Segundo o estudo, o Instagram tem impactos importantes em adolescentes, provocando ansiedade, depressão e solidão, além de outros efeitos como na autoimagem dos jovens a partir da lógica das fotos.
Felipe Neto, empresário com canais populares em redes sociais, esteve entre os que vocalizaram essa análise. Ele afirmou que a medida pode mudar a forma como a internet funciona. “O Instagram virou uma rede social tão de fomento à vaidade, ao ego que se transformou em um vírus. É um lugar muito mais negativo do que positivo. Tirar os likes vai ser interessante. Vai ser interessante tirar as disputas”, comentou em um vídeo postado em seus canais.
Além dos testes retirando a visibilidade pública das curtidas, a empresa anunciou algumas outras ações voltadas a coibir essas práticas. Neste mês, em uma nota, o diretor Adam Mosseri informou a implantação de uma ferramenta que usa Inteligência Artificial para questionar o usuário sobre seu conteúdo antes de postá-lo, se o sistema considerar que este pode ser ofensivo.
“Testes preliminares desse recurso mostraram que ele encoraja algumas pessoas a rever os comentários e compartilhar algo que gere menor dano, uma vez que elas tiveram a chance de refletir”, disse Mosseri no comunicado, divulgado no dia 8 de julho. (Fonte: Agência Brasil)
20190717
Aplicativo FaceApp pode abrir porta para abusos com dados dos usuários
Nos últimos dias, imagens de pessoas em versões mais velhas delas mesmas viraram a nova febre das redes sociais no país. O responsável por isso foi o aplicativo Faceapp, ferramenta para edição e aplicação de filtros a imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros. Contudo, seu funcionamento e suas normas internas podem abrir espaço para abusos no uso e compartilhamento dos dados de seus usuários.
O FaceApp está disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android) e Apple Store (para o sistema operacional iOS). Na loja Play Store no Brasil estava listado em julho como o principal aplicativo na categoria gratuitos. Com nota 4,5 de 5, no momento da publicação desta reportagem, o app chegava perto de 1 milhão de downloads.
O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Nos modelos de edição há possibilidades de mudar cores do cabelo, aplicar maquiagem ou estilos de barba e bigode, entre outros. O sistema de inteligência artificial do app informa que pode encontrar “o melhor estilo para você”.
Política de privacidade
A política de privacidade do app traz informações sobre quais dados são coletados e quais são os usos possíveis. Segundo o documento, são acessados as suas fotos e “outros materiais” quando você posta. Quais outros materiais? O documento não detalha. A empresa adota serviços de análise de dados (analytics) de terceiros para “medir as tendências de consumo do serviço”. O que isso significa? Não fica claro.
“Essas ferramentas coletam informação enviada pelo seu aparelho ou por nosso serviço, incluindo as páginas que você acessa, add-ons e outras informações que nos auxiliam a melhorar o serviço”, diz o documento. São utilizados também mecanismos de rastreamento como cookies, pixels e beacons (que enviam dados sobre a navegação para a empresa e parceiros dela).
As informações “de log” também são enviadas, como quando o indivíduo visita um siteou baixa algo deste. A empresa também insere mecanismos para identificar que tipo de dispositivo você está usando, se um smartphone, tablet ou computador de mesa. Podem ser veiculados anúncios por anunciantes parceiros ou instalados cookiesdessas firmas.
Por meio dessas tecnologias a sua navegação passa a ser totalmente rastreada. Segundo a empresa, contudo, esse volume de informação é reunido sem que a pessoa seja identificada. “Nós coletamos e usamos essa informação de análise de forma que não pode ser razoavelmente usado para identificar algum usuário particular”, informa o app.
As políticas de privacidade afirmam que a informação não é vendida ou comercializada, mas listam para quem a informação reunida pode ser compartilhada para as empresas do grupo que controla o Faceapp, que também poderão utilizá-las para melhorar os seus serviços. Também terão acesso empresas atuando na oferta do serviços, que segundo o documento, o farão sob “termos de confidencialidade razoáveis”. O que são termos razoáveis? O usuário não tem como saber.
O compartilhamento poderá ser feito para anunciantes parceiros. Se a empresa for vendida, ela poderá repassar as informações aos novos acionistas ou controladores. De acordo com o documento, mudanças nos termos podem ser feitas periodicamente, sem obrigação de aviso aos usuários. Assim, a empresa possui um leque amplo de alternativas de compartilhamento sem que o usuário saiba quem está usando suas informações e para quê.
Riscos
A diretora da organização Coding Rights, Joana Varon, avalia que o uso do app traz uma série de riscos e viola a legislação brasileira ao afirmar que poderá ser regido por leis de outros países, inclusive o Artigo 11º do Marco Civil da Internet (Lei Nº 12.965).
Joana considera a política de privacidade do FaceApp muito permissiva, uma vez que não é possível saber quais dados serão utilizados, como e por quais tipos de empresas. Entretanto, ela acrescenta que certamente a empresa responsável e seus “parceiros” trabalham os registros reunidos para alimentar sistemas de reconhecimento facial, uma vez que o app gera um poderoso banco de dados, não só de fotos dos usuários como de outras pessoas para as montagens (como de amigos ou de celebridades).
Ela diz que isso resulta em um problema grave, uma vez que as tecnologias de reconhecimento facial têm se mostrado abusivas, como nas aplicações de segurança pública. As preocupações levaram cidades a banir esse tipo de recurso, como San Francisco, nos Estados Unidos, ou São Paulo, que proibiu o uso da tecnologia no metrô.
“As pessoas ficam empolgadas mas no fim tem uma finalidade muito além do que só essa brincadeira, que nem é tão clara. É claro que imagens estão sendo utilizadas para aperfeiçoar o reconhecimento facial, tecnologia que tem se mostrado totalmente nociva. Não é só identificação de pessoas, mas do humor e outras características que não são comuns a outros tipos de dados biométricos, como digital”, explica.
Venda de dados
Para Fábio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky, é possível que essas imagens acabem sendo empregadas em usos problemáticos. “Por utilizar inteligência artificial para fazer as modificações a partir do reconhecimento facial, a empresa dona do app pode vender essas fotos para empresas desse tipo, além desses dados facilmente caírem nas mãos dos cibercriminosos e serem utilizados para falsificar nossas identidades”, diz.
Assolini diz que os usuários devem tomar cuidado sobre como disponibilizam suas imagens para reconhecimento facial ou até mesmo publicamente. “Temos que entender essas novas maneiras de autenticação como senhas, já que qualquer sistema de reconhecimento facial disponível a todos pode acabar sendo usado tanto para o bem quanto para o mal”.
Dados expostos
Na opinião do coordenador do grupo de pesquisa Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Arthur Bezerra, o argumento da parte de muitos usuários de que não haveria problemas no Faceapp, uma vez que os dados das pessoas já estão expostos na internet não procede.
"Embora plataformas como o Google e o Facebook tenha uma enorme gama de dados sobre nós, cada empresa busca formar seu banco de dados. E o Faceapp é desenvolvido por uma empresa russa, então quando você faz o download, você está compartilhando suas informações com uma nova companhia que você não sabe qual é. Se eu dissesse por alguém para me dar a senha do Facebook, a pessoa provavelmente não daria, pois todo mundo tem uma dimensão privada da sua vida", disse.
Polêmicas
Modas como a do FaceApp já levantaram preocupações antes. Foi o caso do desafio dos 10 anos, que virou febre no Facebook no início do ano e provocou questionamentos pela alimentação de sistemas de reconhecimento facial. No ano passado, o Ministério Público abriu um inquérito para saber se a adoção dessa tecnologia pelo Facebook violava ou não a legislação.
Iniciativas em diversos países – como Estados Unidos, China e Rússsia – vêm sendo criticadas por defensores de direitos dos usuários. Empresas do setor, como a Microsoft, chegaram a pedir publicamente a regulação dessas soluções técnicas. No Brasil, o início da aplicação desses recursos pelo Sistema de Proteção ao Crédito no ano passado também foi acompanhado de receios. (Fonte: Agência Brasil)
20190714
Como fazer traduções com a câmera do celular usando o Google Tradutor
O Google Tradutor é um dos serviços mais utilizado para fazer a traduções de páginas e textos devido a sua praticidade e quantidade de idiomas suportados. Por sua vez, quem utiliza um smartphone, até pode acessar a sua versão web, mas a verdade é que seu aplicativo dedicado possui recursos exclusivos bem interessantes e que valem a pena.
Um deles, por exemplo, fica por conta do Google Tradutor poder usar a câmera do celular para fazer a tradução, em tempo real, de um artigo ou qualquer texto à sua frente. Veja então como usar a ferramenta do Google Translate.
Durante esta semana, o Google anunciou que a tradução em tempo real usando a câmera do aparelho poderá ser feita em diversos idiomas. Entretanto, até o momento da publicação desta matéria, apenas a tradução do inglês para o português e vice-versa estava disponível.
Como usar a câmera do celular para traduções com o Google Translate
O método de utilizar a câmera para realizar traduções é bem simples de ser executado, mas é preciso fazer o download de alguns pacotes de idiomas para que ele funcione melhor. Confira:
- Acesse a Google Play ou a App Store e realize o download da última versão do Google Tradutor;
- Ao abri-lo pela primeira vez, ele lhe oferecerá o download do pacote de idiomas Inglês. Assim, marque a opção ?Traduzir off-line? e toque em ?Concluído?;

- Quando o download for finalizado, selecione a opção ?Câmera? e conceda a permissão para o aplicativo ter acesso a ela;

- Agora, toque no ícone de um ?olho? na parte inferior da tela e aponte para onde deseja traduzir.
você tenha tirado a foto de um documento, página de um livro ou outro item. Para isto, basta seguir os mesmos passos acima, só que com a câmera aberta, selecionar o ícone de ?imagem?, conforme mostra a imagem abaixo.

Fazendo a tradução de outros idiomas
Para fazer a tradução de algum artigo que este em outro idioma não sendo o português ou inglês, é necessário sempre escolher o idioma antes de usar a opção ?Câmera?. E, também, é necessário fazer o download do pacote do idioma a ser traduzido. Na imagem abaixo, você confere como fazer este processo e onde configurar o idioma a ser traduzido antes de usar a câmera, lembrando que, você terá que traduzir do idioma original para o inglês ou vice-versa.

Pronto! Agora, você já sabe como usar o Google Tradutor para realizar traduções usando a câmera de seu aparelho. O Google ainda não divulgou uma data oficial de quando mais idiomas estarão disponíveis para serem traduzidos diretamente para o português usando a câmera do celular.
20190703
WhatsApp tem instabilidade e não baixa áudio ou faz download de imagens
Ao tentar carregar uma foto no app, surge a mensagem: "não foi possível transferir a imagem. Tente novamente. Se o problema continuar a acontecer, tente se conectar a uma rede Wi-Fi". Ainda há reclamações sobre não conseguir fazer o download de mensagens de voz na plataforma. O Instagram e o Facebook também estão com bug no carregamento de mídias. O TechTudo entrou em contato com a assessoria do WhatsApp, porém não houve resposta até o momento.
De acordo com o site DownDetector, o pico de reclamações chegou a 10.520 por volta de 10h50 de hoje. Além do WhatsApp, o Instagram e o Facebook também enfrentam problemas. A rede social de fotos está com falha para postar Stories ou imagem no feed, segundo relatos de brasileiros. A instabilidade do Facebook não permite que os usuários carreguem mídias na linha do tempo ou em perfis. O bug afeta os apps para celular Android e iPhone (iOS), além da versão web. Fonte: TechTudo)
20190702
Ninguém mais vai usar smartphone em cinco anos, diz Samsung
O lançamento do Galaxy Fold tem sido um grande desafio para a Samsung, mas isso não fez que a empresa mudasse sua visão sobre o dispositivo. Para a companhia, o hardware dobrável é uma espécie de ponte para um futuro sem smartphones.
"O design do smartphone atingiu um limite e, por isso, projetamos um modelo dobrável", diz Kang Yun-Je, chefe da equipe de design da empresa. "Além disso, estamos nos concentrando em outros dispositivos que já começam a causar um impacto mais amplo no mercado, como fones de ouvido inteligentes e smartwatches. Em cinco anos, as pessoas nem perceberão que usam telas."
Segundo DJ Koh, CEO da Samsung, os últimos 10 anos foram a era do smartphone. "A partir deste ano, talvez uma nova fase se abra em razão do surgimento da internet das coisas, do 5G, da inteligência artificial (IA) e uma mistura de todas essas tecnologias. A nova era está na nossa frente."
De acordo com Diego Cibils, cofundador da Kona, empresa de software de IA, o futuro parecerá muito mais com Star Trek ou Minority Report. "O smartphone foi um ótimo aparelho para o que eu acho que é um período de transição entre o paradigma da computação no desktop e o paradigma da 'computação da liberdade'", avalia.
Em vez de cada indivíduo ter sua própria tela, dispositivos inteligentes interconectados em diferentes locais permitirão que a realização de tarefas que normalmente seriam executadas em telefones. A diferença é que eles usarão recursos ambientais e telas flexíveis incorporadas em paredes, veículos, em torno do pulso ou até mesmo no tecido das roupas.
Para assistir a vídeos, ouvir música, visualizar e responder mensagens, "pode-se ter a mesma experiência em qualquer lugar". "O dobrável vai durar anos", estima Cibils. "Uma vez que o 5G e a internet das coisas estejam disponíveis [juntos], em vez de smartphones haverá dispositivos inteligentes. Eles podem diminuir, mas novos aparelhos surgirão." (Fonte: Olhar Digital)
20190320
Como melhorar o sinal do seu Wi-Fi usando papel alumínio
Hoje eu trouxe uma dica para quem sofre com a conexão do Wi-Fi! Tem várias coisas que dá pra fazer quando você fica sem sinal toda hora ou leva um tempão pra conseguir baixar algum arquivo, acessar um site ou assistir um video no YouTube. E muitas delas eu já falei aqui como: mudar o roteador de lugar, deixar ele longe de eletrônicos, instalar um repetidor de sinal…
Mas, tem um truque bem mais fácil e barato: papel alumínio! Gente, pesquisadores da Universidade Dartmouth comprovaram que colocar papel alumínio em volta do roteador melhora sim o sinal do Wi-Fi, acredita? Na verdade, ele ajuda no direcionamento ao invés de deixar ele espalhar por todo o ambiente, porque o papel alumínio causa interferência no sinal e não deixa ele passar. Ou seja, o lado que ficar coberto pelo papel alumínio vai receber menos sinal do que o lado que está sem o papel, tá?
Olha só como fazer isso: o melhor jeito é moldando o papel pra formar um “U” e colocar atrás das antenas ou virar pro lado que você quer que tenha mais sinal. Assim ó…olha só como o sinal já melhora desse lado, que é o que tá sem a barreira!
Você também pode usar uma latinha de alumínio. É só cortar as bases e depois o meio para formar o “U”.
Se o seu roteador tiver mais de uma antena e você quiser direcionar o sinal pra mais de um cômodo, dá pra montar o papel alumínio em forma de “S”. Você só vai precisar separar as duas antenas desse jeito:
Prontinho, agora fica mais fácil conseguir sinal de Wi-Fi em alguns cômodos da casa! E se você tiver qualquer dúvida sobre tecnologia, me conta, que a sua pergunta pode aparecer aqui no programa! É só entrar no meu canal dentro do portal do Olhar Digital e mandar sua pergunta usando esse formulário! (Fonte: Olhar Digital)
20190314
Facebook, Instagram e WhatsApp saem do ar pelo mundo
Três das principais redes sociais usadas no Brasil, Instagram, Facebook e Whatsapp apresentaram problemas no país e em outros locais do mundo próximo das 13 horas (de Brasília).
No Whatsapp, o problemas foi para enviar arquivos de mídia, como fotos, vídeos e áudios. No Facebook, tanto perfis pessoais quanto páginas o problemas estava em postar em seus feeds, enquanto no Instagram há erros para carregar o aplicativo e em outros casos para subir fotos.
O Facebook brasileiro confirmou falhas, mas informou que o problema é mundial. Termos como Facebook e Instagram estão entre os trending topics mundiais hoje, desde às 15 horas (de Brasília).
O site Down Detector tem relatos de usuários reclamando de problemas no mundo todo. As reclamações com o Facebook com mais ênfase no Brasil, na América do Norte e na Europa. O Whatsapp tem relatos em toda a América do Sul e na Europa. Já o Instagram está com mais problemas na América do Norte, Europa, Brasil e Chile.
20190213
WhatsApp passará a pedir permissão aos usuários para entrada em grupos
WhatsApp é um dos mensageiros mais populares do mundo, e dificilmente um usuário da plataforma não é integrante de um grupo. Até então, todo usuário podia ser incluído em um grupo mesmo contra a sua vontade, o que não agrada a todos. A boa notícia é que a situação deverá mudar. De acordo com o WABetaInfo, que costuma antecipar informações do serviço com bastante precisão, a plataforma passará a testar o recurso que impede que um usuário seja adicionado em um grupo sem permissão prévia.
O recurso é bastante solicitado pelos usuários, então, certamente, esta é uma das melhores notícias envolvendo o WhatsApp desta semana. A ideia é que as pessoas tenham que permitir tal adição e não mais serem adicionadas sem serem solicitadas previamente.
A novidade ainda não possui uma data para chegar a todos usuários, mesmo assim, é uma grande notícia. Na próxima versão beta do aplicativo para iOS a novidade deverá ser implantada, para posteriormente poder ser disponibilizada a todos os membros da plataforma.
O WhatsApp, na atualização, irá permitir que o usuário gerencie como deseja lidar com os convites a grupos. Para isso, os usuários terão que ir em Ajustes - Conta - Privacidade - Grupos. Vale mencionar que, inicialmente, o recurso será disponibilizado somente para alguns usuários iOS, ou seja, para iPhone.
O usuário, após abrir a aba de grupos, terá acesso a várias opções de privacidade para selecionar quem pode adicionar aos grupos: todos, meus contatos e ninguém.
Assim, caso o usuário opte por "Todos", o WhatsApp continuará permitindo a adição do usuário em grupos sem aviso, porém, se for marcado "Ninguém", o usuário receberá uma mensagem de consentimento. (Fonte: Gazeta Web)
20190207
MJ abre investigação contra Google por violação à privacidade
O Ministério da Justiça (MJ) abriu um processo administrativo para averiguar se a empresa Google violou direitos de usuários de internet. O procedimento, que ficará a cargo da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacom), pode resultar, se atestada a responsabilidade da empresa, em uma multa de R$ 9,7 milhões.
A apuração teve origem em uma Ação Civil Pública do Ministério Público Federal (MPF) do Piauí ajuizada em 2015 que pedia a interrupção do escaneamento de e-mails até que fosse implantado a obtenção do consentimento dos usuários. A Justiça Federal do Piauí negou a solicitação contida na peça em 2018, mas o conteúdo da denúncia foi recepcionado pelo Ministério da Justiça.
Segundo o MJ, foram identificados indícios de violação à privacidade dos usuários pela companhia ao acessar o conteúdo de mensagens trocadas por meio do aplicativo de e-mail Gmail sem o consentimento destes. As violações serão analisadas à luz da legislação, como o Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet. O Marco Civil da Internet estabeleceu a proteção à privacidade e a proteção dos dados pessoais como princípios do uso da web no país.
A norma elenca como direito dos usuários “informações claras e completas sobre coleta, uso, armazenamento, tratamento e proteção de seus dados pessoais”, o uso dos dados coletados somente para atividades que “justifiquem sua coleta” e consentimento expresso sobre coleta, uso, armazenamento e tratamento de dados pessoais, que deverá ocorrer de forma destacada das demais cláusulas contratuais”.
Mudança
À Agência Brasil, o Google afirmou que não acessa, mais, o conteúdo dos e-mails e que vai apresentar informações no processo. “O Google prestará todos os esclarecimentos necessários às autoridades. Não usamos a informação disponível no Gmail para a personalização de anúncios e estamos seguros de que nossos produtos seguem a legislação brasileira”, informou a assessoria
Segundo a assessoria da empresa, no fim de 2017 as mensagens trocadas deixaram de ser escaneadas para fins de segmentação dos anúncios veiculados na plataforma.
Mas para o diretor do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor do Ministério da Justiça, Fernando Meneguini, ainda é preciso confirmar se a prática cessou e, mesmo que isso tenha ocorrido, não há eliminação do fato de que a violação, se confirmada, tenha ocorrido mesmo que no passado.
“Como isso se reporta a fatos passados, houve uma infração. A instauração foi aberta. Vai ser levado em consideração que talvez já não estejam mais praticando isso”, explicou o titular do departamento do ministério à Agência Brasil. (Fonte: Agência Brasil)
20190118
É você, Jenifer? Apps de paquera registram aumento de 50% em downloads nos últimos 30 dias
A música "Jenifer", do cantor Gabriel Diniz, estourou nas paradas de sucesso neste início de ano. Falando sobre uma garota encontrada no Tinder, o refrão da canção anda rendendo muitos memes nas redes sociais e impulsionando as visualizações do clipe. E, de quebra, a faixa ainda ajudou os apps de paquera em geral e não apenas o Tinder: o número de downloads de aplicativos do gênero aumentou em 50% entre os dias 15/12/18 e 15/1/19, período em que a música, de fato, estorou junto ao público.
A informação é da AppsFlyer, plataforma de monitoramento e mensuração de aplicativos de celulares. A empresa analisou analisou 30 aplicativos de paquera ao longo do período e registrou o aumento de atividade de apps do gênero em todo o Brasil.
“A música retrata bem um comportamento de muitos dos usuários de aplicativos de paquera, que querem aproveitar para conhecer muitas pessoas e não se envolvem em relacionamentos sérios com facilidade.”, afirmou Marlon Luft, diretor de marketing da AppsFlyer Brasil. “Não é possível afirmar que o aumento agressivo de downloads seja diretamente relacionado à música, mas é interessante poder ver a linha da atividade crescer justamente quando se populariza de forma tão contundente o uso de apps de paquera, uma vez que a música já é o tema hit do verão brasileiro”, avalia Marlon.
Onde encontramos mais "Jenifers"?
De acordo com o Tinder, a maior parte das “Jenifers” cadastradas no serviço de encontros está localizada nos grandes centros urbanos do país. A cidade de São Paulo é a primeira colocada do ranking, o que não é grande surpresa, tendo em vista os 12,11 milhões de habitantes da capital paulista. Em seguida, aparece o Rio de Janeiro e Brasília.
Abaixo,o aplicativo divulgou a relação com as 10 cidades brasileiras onde o nome mais aparece:
- São Paulo
- Rio de Janeiro
- Brasília
- Belo Horizonte
- Curitiba
- Porto Alegre
- Manaus
- Goiânia
- Joinville
- Salvador (Fonte: Olhar Digital)
20181121
Como controlar o tempo que você passa usando o celular no Facebook
Seja em algum lugar movimentado ou até mesmo em sua casa, ao utilizar o Facebook, você já deve ter perdido a noção de quanto tempo foi passado nele. Como uma forma de amenizar o tempo gasto dentro da rede social, o próprio Facebook tem implementado meios de fazer com que seus usuários deixem o aplicativo de celular de lado, ao menos por um tempo.
O recurso que chega agora no Facebook dentro dos aplicativos de Android e iPhone, foi lançado primeiramente no Instagram e compartilha muitas similaridades no seu funcionamento. A seguir, confira como utilizar o recurso implementado pelo próprio Facebook para controlar melhor o tempo que você passa dentro da rede social:
Verificando o tempo que você passou na rede social
O recurso que chega agora no Facebook dentro dos aplicativos de Android e iPhone, foi lançado primeiramente no Instagram e compartilha muitas similaridades no seu funcionamento. A seguir, confira como utilizar o recurso implementado pelo próprio Facebook para controlar melhor o tempo que você passa dentro da rede social:
Verificando o tempo que você passou na rede social
- Abra o aplicativo do Facebook e toque no ícone representado por “Três linhas”;

- Deslize a tela para baixo e expanda o menu de “Configurações e privacidade”;

- Entre em “Seu tempo no Facebook” e, na parte superior, você verá o tempo que foi gasto na rede social.

Nesta tela, o Facebook exibe os dados referentes aos últimos sete dias, sendo que ao tocar em cada um deles, você verifica quanto tempo foi gasto em tal dia. Já na parte superior, você ainda possui uma média geral destes dias apresentados.
Gastando menos tempo na rede social
Além do recurso para ver quanto tempo você passou no Facebook, como foi dito anteriormente, agora a rede social facilita esconder itens para que você acesse ela menos vezes ao dia. Veja:
- Repita os passos exibidos acima até chegar na função de “Seu tempo no Facebook”;
- Em “Preferências do Feed de Notícias”, você poderá definir o que a linha do tempo do Facebook exibirá primeiro selecionando os contatos que deseja ou as páginas que segue, além de outras opções;

- Já em “Amigos no Facebook”, você pode apenas ver as solicitações e recomendações do Facebook para novos amigos. A ideia dela é permitir você fazer uma limpeza para tirar algumas recomendações indesejadas;
- A opção “Defina um lembrete diário” já permite definir um tempo limite para se passar dentro do aplicativo. Assim, ao atingir o tempo determinado, o app lhe emitirá uma notificação para que você pare de usá-lo;

- A última opção, chamada de “Altere as configurações de notificação”, como o nome sugere, permite desabilitar as notificações por completo ou apenas algumas que são indesejadas.

Pronto! Além destas novidades do Facebook para que você controle melhor o seu tempo, lembre-se que o Android e o iOS receberam em suas últimas versões novos recursos que ajudam a limitar o tempo que se passa em outros aplicativos. (Fonte: Olhar Digital)
20181025
WhatsApp finalmente começa a liberar adesivos para Android e iPhone
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| Foto: Reprodução/Elson de Souza |
Para usar os adesivos, é preciso ter a versão 2.18.329 do WhatsApp para Android (Beta) e a 2.18.100 do aplicativo para iPhone. De acordo com a publicação do WABetaInfo, a liberação do recurso é feita de forma remota e pode demorar alguns dias até aparecer para todos no iOS. No sistema do Google, conseguimos usar a novidade ao limpar o cache do aplicativo.
Os stickers do WhatsApp funcionam da seguinte forma: basta tocar no botão de emoji do campo de texto e, em seguida, no ícone de adesivo na parte inferior da tela. O aplicativo traz apenas um pacote instalado de fábrica, mas o usuário pode tocar em “+” para baixar na loja interna do WhatsApp ou na Play Store.
Até o momento, o WhatsApp conta com um total de 12 pacotes de adesivos estáticos disponíveis para download. No entanto, a expectativa é que o aplicativo adicione coleções animadas em breve.
O WABetaInfo explicou ainda que os usuários que já tiverem os adesivos liberados no celular poderão acessá-los também no WhatsApp Web. Por enquanto, ainda não há uma previsão para que a novidade seja liberada na versão final do aplicativo para Android e nem para os usuários do Windows Phone.
Novidade para GIFs no iPhone
A atualização do WhatsApp trouxe novidades adicionais no iPhone. A partir de agora, o aplicativo contará com uma ferramenta para buscas de GIFs no aplicativo. Além disso, as imagens animadas agora estarão divididas em subcategorias de acordo com o seu tema. A expectativa é que isso chegue ao Android em breve.

Facebook vai permitir incluir música em perfis; veja como vai funcionar
O Facebook em breve ficará mais musical. A rede social anunciou nesta quarta-feira, 24, uma série de recursos voltados para a integração de áudio à plataforma, que, entre as novidades incluirão a possibilidade de vincular uma música ao seu perfil.
O recurso começará a ser testado em breve, informou a rede social em um comunicado. O usuário poderá incluir uma série de músicas no seu perfil que poderão aparecer em uma seção dedicada chamada “Música” ou então no topo do perfil para quem optar por fixar alguma faixa na região.
O catálogo deverá contar com milhões de músicas, embora não se saiba exatamente quantos milhões. Será o mesmo acervo disponível para os usuários do Instagram Music, ferramenta que permite incluir músicas nos Stories da plataforma.
Da mesma forma, a nova era musical do Facebook também permitirá a inclusão de músicas nos Stories da plataforma, como acontece no Instagram nos países em que o recurso já foi habilitado. A empresa também vai adaptar o recurso LipSync Live, inspirado no Musical.ly, que passará a contar também com suporte a letras de músicas.
A tendência é que o recurso se espalhe aos poucos entre os usuários e demore mais para chegar ao Brasil, visto que o Instagram Music, por exemplo, até hoje não chegou ao nosso país. É questão de esperar. (Fonte: Olhar Digital)
O recurso começará a ser testado em breve, informou a rede social em um comunicado. O usuário poderá incluir uma série de músicas no seu perfil que poderão aparecer em uma seção dedicada chamada “Música” ou então no topo do perfil para quem optar por fixar alguma faixa na região.
O catálogo deverá contar com milhões de músicas, embora não se saiba exatamente quantos milhões. Será o mesmo acervo disponível para os usuários do Instagram Music, ferramenta que permite incluir músicas nos Stories da plataforma.
Da mesma forma, a nova era musical do Facebook também permitirá a inclusão de músicas nos Stories da plataforma, como acontece no Instagram nos países em que o recurso já foi habilitado. A empresa também vai adaptar o recurso LipSync Live, inspirado no Musical.ly, que passará a contar também com suporte a letras de músicas.
A tendência é que o recurso se espalhe aos poucos entre os usuários e demore mais para chegar ao Brasil, visto que o Instagram Music, por exemplo, até hoje não chegou ao nosso país. É questão de esperar. (Fonte: Olhar Digital)
20181020
Golpe promete créditos para celulares para comemorar 'aniversário do WhatsApp'
Um novo golpe está circulando pelo WhatsApp. Nele, cibercriminosos tentam ludibriar usuários com a promessa de créditos para o celular como parte de uma falsa comemoração de aniversário do aplicativo, mas serve apenas para coletar dados pessoais da vítima.
Descoberto pelo dfndr lab, da empresa de segurança PSafe, o golpe começa com uma mensagem sobre o aniversário do WhatsApp, e promete dar R$ 70 em créditos para celulares pré-pagos. E ele não para por aí: quando o usuário clica no link que acompanha a mensagem, é levado a uma página com outro golpe, que desta vez promete cartão de crédito sem consulta ao SPC e Serasa.
Caso a vítima continue seguindo os passos sugeridos pelo golpista, ela é levada a outros golpes, até chegar a uma página falsa que pede nome completo, e-mail, CEP e data de nascimento para dar um prêmio para ela. No final das contas, os cibercriminosos conseguem coletar diversos dados diferentes da vítima.
Além disso, eles pedem para a pessoa compartilhar a promoção com outros amigos - o objetivo aqui é atingir mais pessoas e conseguir dados de mais gente.
Para evitar cair nesse tipo de golpe, é sempre bom seguir as seguintes recomendações: desconfie de mensagens e anúncios que prometem prêmios ou ofertas vantajosas demais, e evite clicar em links distribuídos pelas redes sociais, especialmente quando vierem de pessoas desconhecidas e pedirem compartilhamento em troca de prêmios. (Fonte: Olhar Digital)
Descoberto pelo dfndr lab, da empresa de segurança PSafe, o golpe começa com uma mensagem sobre o aniversário do WhatsApp, e promete dar R$ 70 em créditos para celulares pré-pagos. E ele não para por aí: quando o usuário clica no link que acompanha a mensagem, é levado a uma página com outro golpe, que desta vez promete cartão de crédito sem consulta ao SPC e Serasa.
Caso a vítima continue seguindo os passos sugeridos pelo golpista, ela é levada a outros golpes, até chegar a uma página falsa que pede nome completo, e-mail, CEP e data de nascimento para dar um prêmio para ela. No final das contas, os cibercriminosos conseguem coletar diversos dados diferentes da vítima.
Além disso, eles pedem para a pessoa compartilhar a promoção com outros amigos - o objetivo aqui é atingir mais pessoas e conseguir dados de mais gente.
Para evitar cair nesse tipo de golpe, é sempre bom seguir as seguintes recomendações: desconfie de mensagens e anúncios que prometem prêmios ou ofertas vantajosas demais, e evite clicar em links distribuídos pelas redes sociais, especialmente quando vierem de pessoas desconhecidas e pedirem compartilhamento em troca de prêmios. (Fonte: Olhar Digital)
20180828
Novo golpe tenta roubar plano de dados do celular
A regra é clara: se desconfiar, não clique. A dica vale principalmente para anúncios espalhados pela internet. O risco de ser vítima de um ciberataque traz consequências que vão além da infecção do celular. Algumas ameaças conseguem roubar o plano de dados e até mesmo drenar a bateria do seu dispositivo.
Conhecido como malware móvel, o ataque, projetado para celulares e aparelhos similares, registrou alta de 31,3% nos últimos 12 meses, de acordo com a empresa de cibersegurança Kaspersky Lab. Os usuários do Android são as principais vítimas, como explica o analista sênior de segurança da Kaspersky, Fabio Assolini. “Por ser um dos sistemas operacionais mais populares e pela sua liberdade, os cibercriminosos visam aparelhos Android com a intenção de massificar seus ataques e atingir um maior número de pessoas”.
O Android domina o mercado brasileiro, com 94,2% de participação, segundo a empresa de análise de dados Kantar. Segundo Assolini, o sistema operacional do Google tem problemas mais frequentes de segurança do que o iOS, da Apple.
Os ataques podem acontecer quando o usuário é enganado e induzido a instalar um aplicativo malicioso. Mas o problema também pode surgir a partir do usuário: o aparelho pode tornar-se vulnerável com o root do aparelho – o processo permite alterar configurações de fábrica e viabiliza a instalação e uso de aplicativos piratas.
Anexos em e-mails e mensagens com links falsos são outros métodos, e talvez os mais conhecidos – o problema é tão frequente no WhatsApp que a plataforma passou a testar uma ferramenta para acabar com as mensagens falsas.
Na América Latina, muitos cibercriminosos conectam-se ao aparelho da vítima para explorar seu conteúdo e extrair informações pessoais, de acordo com Assolini. “Também existem ameaças especializadas em crimes por meio de anúncios não solicitados, roubando o plano de dados das vítimas, a carga da bateria e obstruindo o trabalho normal do dispositivo móvel”.
Outro tipo comum de infecção chama-se adware. “Sua tarefa é aumentar o número de cliques em banners online ao enganar os usuários”, explica Assolini. “Alguns apenas exibem propaganda indesejada, mas outros substituem os banners online pelos seus, e afogam o usuário em tantos anúncios que, mesmo sem querer, acaba conseguindo cliques”.
Ele explica que a quantidade de anúncios pode até impossibilitar o uso do aparelho. “Eles também conseguem coletar informação sobre os seus hábitos online sem pedir permissão. Os dados acabam nas mãos de anunciantes que os utilizam para direcionar campanhas publicitárias”, disse Assolini. “Banners também podem levar para sites maliciosos em que o dispositivo do usuário pode ser infectado por algo ainda pior”.
Há casos em que são solicitados dados pessoais do usuário, como o número de telefone, o que faz com que a linha seja cadastrada em serviços premium que usam os créditos de celular da vítima, gerando prejuízos financeiros. “Para cadastrar a pessoa, o trojan só precisa que o usuário clique em um botão específico do site”, conta Assolini. “Felizmente, livrar-se de assinaturas indesejadas não é complicado. Todas são exibidas na conta pessoal do usuário no site da operadora. Lá, podem ser deletadas e o usuário pode até proibir que novas sejam vinculadas ao seu número de telefone”.
O comportamento dos usuários pode até ajudar o cibercriminoso nos ataques, de acordo com o analista. Ele recomenda que os usuários não deixem o dispositivo sem senha, não usem redes wifi públicas e tenham um programa de proteção antivírus.(Fonte: MSN)
Conhecido como malware móvel, o ataque, projetado para celulares e aparelhos similares, registrou alta de 31,3% nos últimos 12 meses, de acordo com a empresa de cibersegurança Kaspersky Lab. Os usuários do Android são as principais vítimas, como explica o analista sênior de segurança da Kaspersky, Fabio Assolini. “Por ser um dos sistemas operacionais mais populares e pela sua liberdade, os cibercriminosos visam aparelhos Android com a intenção de massificar seus ataques e atingir um maior número de pessoas”.
O Android domina o mercado brasileiro, com 94,2% de participação, segundo a empresa de análise de dados Kantar. Segundo Assolini, o sistema operacional do Google tem problemas mais frequentes de segurança do que o iOS, da Apple.
Os ataques podem acontecer quando o usuário é enganado e induzido a instalar um aplicativo malicioso. Mas o problema também pode surgir a partir do usuário: o aparelho pode tornar-se vulnerável com o root do aparelho – o processo permite alterar configurações de fábrica e viabiliza a instalação e uso de aplicativos piratas.
Anexos em e-mails e mensagens com links falsos são outros métodos, e talvez os mais conhecidos – o problema é tão frequente no WhatsApp que a plataforma passou a testar uma ferramenta para acabar com as mensagens falsas.
Na América Latina, muitos cibercriminosos conectam-se ao aparelho da vítima para explorar seu conteúdo e extrair informações pessoais, de acordo com Assolini. “Também existem ameaças especializadas em crimes por meio de anúncios não solicitados, roubando o plano de dados das vítimas, a carga da bateria e obstruindo o trabalho normal do dispositivo móvel”.
Outro tipo comum de infecção chama-se adware. “Sua tarefa é aumentar o número de cliques em banners online ao enganar os usuários”, explica Assolini. “Alguns apenas exibem propaganda indesejada, mas outros substituem os banners online pelos seus, e afogam o usuário em tantos anúncios que, mesmo sem querer, acaba conseguindo cliques”.
Ele explica que a quantidade de anúncios pode até impossibilitar o uso do aparelho. “Eles também conseguem coletar informação sobre os seus hábitos online sem pedir permissão. Os dados acabam nas mãos de anunciantes que os utilizam para direcionar campanhas publicitárias”, disse Assolini. “Banners também podem levar para sites maliciosos em que o dispositivo do usuário pode ser infectado por algo ainda pior”.
Há casos em que são solicitados dados pessoais do usuário, como o número de telefone, o que faz com que a linha seja cadastrada em serviços premium que usam os créditos de celular da vítima, gerando prejuízos financeiros. “Para cadastrar a pessoa, o trojan só precisa que o usuário clique em um botão específico do site”, conta Assolini. “Felizmente, livrar-se de assinaturas indesejadas não é complicado. Todas são exibidas na conta pessoal do usuário no site da operadora. Lá, podem ser deletadas e o usuário pode até proibir que novas sejam vinculadas ao seu número de telefone”.
O comportamento dos usuários pode até ajudar o cibercriminoso nos ataques, de acordo com o analista. Ele recomenda que os usuários não deixem o dispositivo sem senha, não usem redes wifi públicas e tenham um programa de proteção antivírus.(Fonte: MSN)
20180803
Facebook fica fora do ar nesta sexta-feira
O Facebook apresentou problemas na tarde desta sexta-feira, 3, no horário das 13h15 e ficou inacessível para boa parte dos usuários. A página se tornou incapaz de exibir as publicações no feed de notícias e qualquer outro elemento.
Já no aplicativo, a rede social não conseguia mostrar imagens de perfil ou carregar fotos, de modo que ficava bastante complicado usar o serviço.
Em uma pesquisa rápida no Twitter, usuários brasileiros confirmaram as dificuldades em acessar a rede social.
De fato, o site Down Detector mostra que houve um pico de reclamações na última hora sobre a queda da rede social, o que mostra que o problema é amplo. Os maiores focos de reclamações foram Brasil, Estados Unidos e Europa.
Em contato com o Business Insider, o Facebook confirmou a falha e afirmou que tudo já foi solucionado. "Mais cedo, um problema técnico fez com que algumas pessoas tivessem problemas para se conectar ao Facebook e já foi resolvido".
Já no aplicativo, a rede social não conseguia mostrar imagens de perfil ou carregar fotos, de modo que ficava bastante complicado usar o serviço.
Em uma pesquisa rápida no Twitter, usuários brasileiros confirmaram as dificuldades em acessar a rede social.
De fato, o site Down Detector mostra que houve um pico de reclamações na última hora sobre a queda da rede social, o que mostra que o problema é amplo. Os maiores focos de reclamações foram Brasil, Estados Unidos e Europa.
Em contato com o Business Insider, o Facebook confirmou a falha e afirmou que tudo já foi solucionado. "Mais cedo, um problema técnico fez com que algumas pessoas tivessem problemas para se conectar ao Facebook e já foi resolvido".
20180802
WhatsApp Status passará a exibir propagandas
O WhatsApp anunciou nesta quarta-feira (1º) uma novidade na função Status: em breve, o recurso irá exibir anúncios publicitários. As informações são do CanalTech. Após lançar o WhatsApp Business, que oferece contato mais direto entre marcas e clientes, agora, a empresa revela seu primeiro projeto de monetização do aplicativo.
O funcionamento será semelhante ao que já ocorre no Instagram, com as publicações patrocinadas aparecendo entre as realizadas por usuários comuns. Segundo o WhatsApp, esta será a principal forma de uma empresa divulgar sua presença na plataforma.
Os anúncios serão exibidos de acordo com algoritmos de interesse, ou seja, as marcas que irão aparecer na função Status de um determinado usuário estarão acordo com o seu perfil de relevância.
Se preferir, o usuário poderá bloquear anúncios no seu Status. Assim, ele não irá receber mensagens publicitárias nem terá acesso a textos de marketing ativo enviados por empresas.
Também faz parte do projeto a troca de mensagens diretas entre marcas e clientes. Para este serviço, as empresas pagarão uma taxa. O valor será cobrado por envio e varia de acordo com o país. No Brasil, ainda não foram divulgados os números. No entanto, no Reino Unido, por exemplo, a taxa será de £ 0,05, enquanto nos EUA, o valor será de US$ 0,09. Em uma conversão direta, o custo ficaria em torno de R$ 0,25 e R$ 0,35, respectivamente.
Protocolos de criptografia, tais quais os usados nas trocas mensagens comuns, serão mantidos também nas comunicações corporativas, o que significa que o WhatsApp não terá acesso ao conteúdo dos textos enviados. (Fonte: Gaúcha ZH)
O funcionamento será semelhante ao que já ocorre no Instagram, com as publicações patrocinadas aparecendo entre as realizadas por usuários comuns. Segundo o WhatsApp, esta será a principal forma de uma empresa divulgar sua presença na plataforma.
Os anúncios serão exibidos de acordo com algoritmos de interesse, ou seja, as marcas que irão aparecer na função Status de um determinado usuário estarão acordo com o seu perfil de relevância.
Se preferir, o usuário poderá bloquear anúncios no seu Status. Assim, ele não irá receber mensagens publicitárias nem terá acesso a textos de marketing ativo enviados por empresas.
Também faz parte do projeto a troca de mensagens diretas entre marcas e clientes. Para este serviço, as empresas pagarão uma taxa. O valor será cobrado por envio e varia de acordo com o país. No Brasil, ainda não foram divulgados os números. No entanto, no Reino Unido, por exemplo, a taxa será de £ 0,05, enquanto nos EUA, o valor será de US$ 0,09. Em uma conversão direta, o custo ficaria em torno de R$ 0,25 e R$ 0,35, respectivamente.
Protocolos de criptografia, tais quais os usados nas trocas mensagens comuns, serão mantidos também nas comunicações corporativas, o que significa que o WhatsApp não terá acesso ao conteúdo dos textos enviados. (Fonte: Gaúcha ZH)
20180801
Instagram e Facebook incluem opções para controlar tempo de uso
As redes sociais Instagram e Facebook vão incorporar a partir de agora uma série de ferramentas para que o usuário tenha maior controle e administre o tempo que dedica ao uso desses aplicativos. O recurso está sendo liberado nos aplicativos aos poucos para os usuários a partir desta quarta-feira (1º).
As opções novas são:
Um painel de atividade no qual aparece o tempo que o usuário dedica todos os dias à rede social;
Uma opção para delimitar o tempo diário de uso - o aplicativo envia uma mensagem quando ultrapassa um certo tempo;
A possibilidade de limitar notificações.
Passo a passo para usar:
Acesse a página de Configurações em qualquer um dos aplicativos
No Instagram, clique no item Sua Atividade
No Facebook, clique no item Tempo no Facebook
Nas duas redes, é exibido um painel com o tempo médio de uso
As opções novas são:
Um painel de atividade no qual aparece o tempo que o usuário dedica todos os dias à rede social;
Uma opção para delimitar o tempo diário de uso - o aplicativo envia uma mensagem quando ultrapassa um certo tempo;
A possibilidade de limitar notificações.
Passo a passo para usar:
Acesse a página de Configurações em qualquer um dos aplicativos
No Instagram, clique no item Sua Atividade
No Facebook, clique no item Tempo no Facebook
Nas duas redes, é exibido um painel com o tempo médio de uso
Ao clicar nos gráficos, é possível ver informações detalhadas sobre tempo de uso
Também existe a opção de criar um aviso diário: o usuário escolhe um tempo limite de uso e é notificado quando atinge esse limite
"Ao ajudar as pessoas a ver o tempo que passam em nosso aplicativo também as ajudamos a tomar decisões sobre como gerenciar esse tempo", explicou nesta a diretora de assuntos públicos do Facebook na Espanha e em Portugal, Natalia Basterrechea, segundo a agência EFE.
"É nossa responsabilidade falar abertamente sobre como o tempo na internet afeta as pessoas e levamos essa responsabilidade muito a sério. Essas novas ferramentas são um primeiro passo importante e nos comprometemos a seguir trabalhando para fomentar comunidades seguras, amáveis e solidárias para todos".
Para o desenvolvimento dessas ferramentas, as duas redes sociais trabalharam com organizações de saúde mental e pessoas que tiveram algum tipo de experiência pessoal com o suicídio.
As novas ferramentas são acessíveis a partir das páginas de configuração dos dois aplicativos, no Instagram, na seção Sua Atividade, e no Facebook, em Seu Tempo no Facebook.
'Controle de tempo' é tendência
Recentemente, a Apple também anunciou que o sistema operacional iOS 12 incluiria várias funções para controlar o uso racional dos dispositivos, que foram desenvolvidas para evitar a dependência e o uso abusivo dos aparelhos, além de controlar o uso das crianças.
As funções da Apple incluem modos como "Do Not Disturb" (Não Incomodar) e "Screen Time" (Tempo de Tela), que regula o tempo máximo que uma pessoa pode dedicar a um aplicativo específico.(Fonte: G1)
20180731
WhatsApp libera chamadas coletivas em áudio e vídeo; veja como usar
O WhatsApp prometeu e cumpriu. Depois de revelar em maio deste ano que lançaria chamadas de voz e vídeo em grupo, o recurso finalmente começou a ser liberado ao público na noite desta segunda-feira, 30.
Até agora, apenas usuários da versão beta do aplicativo para Android poderiam chamar pessoas para participar de uma conversa coletiva. Usuários da versão convencional até poderiam participar, mas não poderiam convidar mais pessoas para um bate-papo. A partir desta segunda, usuários do Android e do iOS não terão mais restrições.
Existe uma limitação de no máximo quatro pessoas participando de uma conversa simultaneamente. Para iniciar uma chamada em grupo, primeiro é necessário iniciar uma conversa com uma pessoa; depois de ela aceitar, outros amigos podem ser incluídos na conversa pressionando o botão destacado na imagem abaixo. Para que ele apareça, é necessário dar um leve toque na tela.
Se você começou uma conversa e não está achando o botão de adicionar outras pessoas, é porque o recurso ainda não chegou para você. Neste caso, só resta esperar mais um pouco, mas não deve demorar muito para que isso chegue até o seu smartphone. (Fonte: Olhar Digital)
Até agora, apenas usuários da versão beta do aplicativo para Android poderiam chamar pessoas para participar de uma conversa coletiva. Usuários da versão convencional até poderiam participar, mas não poderiam convidar mais pessoas para um bate-papo. A partir desta segunda, usuários do Android e do iOS não terão mais restrições.
Existe uma limitação de no máximo quatro pessoas participando de uma conversa simultaneamente. Para iniciar uma chamada em grupo, primeiro é necessário iniciar uma conversa com uma pessoa; depois de ela aceitar, outros amigos podem ser incluídos na conversa pressionando o botão destacado na imagem abaixo. Para que ele apareça, é necessário dar um leve toque na tela.
Se você começou uma conversa e não está achando o botão de adicionar outras pessoas, é porque o recurso ainda não chegou para você. Neste caso, só resta esperar mais um pouco, mas não deve demorar muito para que isso chegue até o seu smartphone. (Fonte: Olhar Digital)
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