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20220108

Prazo para manifestação de interesse no Programa Sementes Forrageiras é prorrogado até 15 de janeiro

 



O prazo para manifestação de interesse no Programa Sementes Forrageiras, da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), foi prorrogado até 15 de janeiro. A data original era terça-feira (4/1). Os agricultores e pecuaristas familiares devem encaminhar o documento por meio de suas cooperativas, associações e sindicatos. Mais de 10 mil agricultores familiares devem ser beneficiados.

“O plantio das forrageiras acontece só a partir de março, mas os produtores têm que tomar a decisão agora para garantir essa semente”, recomenda o diretor do Departamento de Agricultura Familiar e Agroindústria (Dafa), Flávio Smaniotto. “Temos esperança de que o produtor possa semear as pastagens para ter alimentação para o gado, assim que o clima permitir.”

O objetivo do Programa Sementes Forrageiras é fomentar a aquisição de sementes para pastagens de inverno e verão. Entre as espécies que podem ser plantadas estão azevém, aveias preta e branca, trigo duplo propósito, ervilhaca e capim sudão.

Procedimento

As entidades interessadas em participar devem efetuar a manifestação de interesse para a Seapdr por meio de ofício com a identificação da entidade, valor e número de produtores que deseja atender com o programa (veja aqui o modelo para manifestação de interesse). O documento assinado pela entidade deve ser encaminhado para o e-mail: leitegaucho@agricultura.rs.gov.br.(Texto: Ascom Seapdr/Edição: Secom)

20190804

Plantio das lavouras de trigo foi encerrado nesta semana no Rio Grande do Sul



O plantio do trigo no RS foi encerrado nesta semana. Nesta safra, a área inicialmente estimada para o cultivo é de 739,4 mil hectares. De acordo com Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, conveniada da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), as lavouras se desenvolvem bem, apesar da heterogeneidade das chuvas e do frio nos últimos dois meses. 

Na regional da Emater/RS-Ascar de Ijuí (30% da área do Estado), que engloba os Coredes Alto Jacuí, Celeiro e Noroeste Colonial, a cultura apresenta bom desenvolvimento vegetativo com um bom stand de plantas. Em 98% da área de 221 mil hectares, a cultura encontra-se na fase de desenvolvimento vegetativo (final do estádio de perfilhamento e iniciando elongação) e 2% no início da floração. Os municípios de Joia e Cruz Alta, respectivamente com 18 mil hectares e 15 mil hectares, têm a maior área cultivada na região.

Na regional de Santa Rosa (27% da área de trigo do Estado), que compreende os Coredes Fronteira Noroeste e Missões, 97% das lavouras estão em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e iniciando elongação) e 3% da área encontra-se em florescimento. De modo geral as lavouras evoluíram em relação à semana anterior, devido à boa umidade no solo que possibilitou a aplicação de adubação em cobertura. Com o frio e a umidade do solo, reduziram-se os ataques de lagartas. Os municípios de maior área na região são Giruá, com estimativa de cultivo em 23 mil hectares, São Luiz Gonzaga e São Miguel das Missões, com 18 mil hectares cada.

Na regional de Frederico Westphalen (14% da área no Estado), que corresponde aos Coredes Rio da Várzea e Médio Alto Uruguai, em 97% das lavouras o trigo está em desenvolvimento vegetativo (perfilhamento e alongamento do colmo) e em 3% delas, em início da floração. Produtores realizam adubação em cobertura, aplicação de fungicidas preventivos e herbicidas visando o controle de invasoras, principalmente o azevém e a aveia. Palmeira das Missões (com nove mil hectares), Chapada (6,5 mil hectares) e Boa Vista das Missões (com seis mil hectares) são os municípios com a maior estimativa de área cultivada na região. (Fonte: Secom)

20190505

Programa Bolsa Juventude Rural está com inscrições abertas para estudantes do Ensino Médio



O Programa Bolsa Juventude Rural, oferecido pela Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural (Seapdr), está com inscrições abertas até 31 de maio. São 375 bolsas de estudo, sendo 175 vagas para alunos regularmente matriculados no 2° Ano e 200 para alunos do 3° Ano do Ensino Médio.
Os jovens interessados em concorrer à bolsa deverão atender às seguintes condições: estar matriculado no 2° ou no 3° Ano do Ensino Médio, em escolas públicas estaduais. Também pode estar inscrito/matriculado em instituições educacionais sem fins lucrativos e de caráter comunitário que desenvolvam ou ofereçam cursos de Ensino Médio ou de educação profissionalizante com conteúdo e método fundamentado, entre outros, na pedagogia de alternância.
Outra condição é ter entre 15 e 29 anos, possuir Declaração de Aptidão ao Pronaf (DAP) ativa e baixa renda bruta familiar.
As inscrições devem ser feitas pelo site www.bolsajuventuderural.com, mediante preenchimento dos formulários e envio de documentos solicitados no edital (acesse mais informações clicando nos links abaixo).
O Bolsa Juventude Rural tem o objetivo dar oportunidade e condições de acesso e permanência de jovens no Ensino Médio e de implantação de projetos produtivos sustentáveis, estimulando a sucessão nas propriedades rurais familiares. O auxílio, de R$ 200 mensais, é pago por um período de 10 meses.
Para mais informações, acesse os seguintes arquivos:
Texto: Ascom SeapdrEdição: Secom

20190309

Pavilhão da Agricultura Familiar terá 182 expositores



Um dos locais mais visitados da Expodireto, o Pavilhão da Agricultura Familiar recebe sua 11ª feira com 182 expositores, sendo 142 agroindústrias e 40 empreendimentos de artesanatos, plantas e flores, vindos de 116 municípios gaúchos. Quando foi aberto, em 2008, o pavilhão contava com um total de 80 expositores.

Além de aproveitar a feira para vender seus produtos, os expositores veem a Expodireto como um momento importante para a divulgação da marca, de modo a ampliar mercados. Essa possibilidade passou a ser considerada ainda mais com a mudança recente do Sistema Unificado Estadual de Sanidade Agroindustrial Familiar, Artesanal e de Pequeno Porte (Susaf), que, segundo a Secretaria Estadual da Agricultura, registrou um salto no número de adesões desde novembro do ano passado. Até então, 36 municípios estavam habilitados.

Hoje são 101. Entre os novos, 19 já indicaram estabelecimentos que estariam aptos a comercializar em todo o Estado. Alguns deles estarão presentes na Expodireto – para os demais empreendimentos, uma portaria da Secretaria da Agricultura libera a comercialização durante o evento.

“Para estes empreendimentos, a Expodireto é uma oportunidade de abrir mercado para ir além do seu município, já que até então estavam limitados”, afirma o assessor de política agrícola da Fetag/RS, Jocimar Rabaiolli. Em 2018, o pavilhão registrou faturamento de R$ 1,08 milhão. Além dos tradicionais queijos, salames, cucas e sucos, a edição deste ano deve contar também com novas opções em geleias, doces de leite, pastas, molhos e cogumelos, entre outros itens. (Fonte: Correio do Povo/Foto: Alina Souza)

20190109

Holanda cultiva primeira banana sem usar terra

Um trabalho realizado pelo laboratório do cientista Gert Kema, na Holanda, conseguiu cultivar a primeira variedade de banana sem utilizar terra. Kema conseguiu sua colheita sem o uso da terra, na tentativa de combater um dos grandes inimigos das plantações de banana, a chamada "doença do Panamá", causada por um fungo que é transmitido no solo.

A doença "é uma ameaça à produção mundial de banana", disse ele ao BBC Mundo Kema, que também é professor de patologia de plantas tropicais da Universidade de Wageningen, na Holanda. "Então o que fizemos foi tirar a banana do chão. E as plantas cresceram muito bem com a aplicação de nutrientes”, comenta.

Kema cultivou 60 bananeiras em estufas e, em vez de terra, ele usou dois tipos de substratos, fibra de coco, que foi obtida a partir da casca de coco e mineral ou lã de rocha, que são fibras obtidas de rocha de basalto. Desta forma, o pesquisador evitou a presença do fungo causador da doença do Panamá. "Não se trata de bananas hidropônicas porque as raízes não estão em uma solução baseada na água. Adicionamos nutrientes através da irrigação por grânulos", indica.

De acordo com ele, cultivar bananas em um ambiente artificial permite controlar todos os aspectos do processo e evita a perda de nutrientes."É um exemplo de agricultura de precisão, que permite criar uma separação maior entre as plantas para que elas recebam mais luz e amadureçam mais rapidamente", indica.

Segundo a Universidade de Wageningen, as bananas são um alimento essencial na dieta de cerca de 400 milhões de pessoas no mundo. E até agora não foi possível conter a expansão da doença do Panamá ou da fusariose da banana, que afeta principalmente países da Ásia e da África. Fonte: Agrolink)