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20180328

RGE propõe aumento de quase 20% na conta de luz

A diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, na terça-feira, audiência pública para discutir o reajuste da conta de luz de clientes da Rio Grande Energia S.A. (RGE).

A empresa, que atende 1,4 milhão de unidades consumidoras em 255 municípios do Estado, propôs aumento médio de 19,73% para consumidores de residências. Já para consumidores de baixa tensão o reajuste é de 19,77% em média e para os de alta tensão (indústria) a média é de 19,05%. Com isso, o efeito médio para o consumidor seria de 19,50%.

De acordo com a Aneel, “a revisão tarifária está prevista nos contratos de concessão e tem por objetivo obter o equilíbrio das tarifas com base na remuneração dos investimentos das empresas voltados para a prestação dos serviços de distribuição e a cobertura de despesas”.

Ainda não há data para a audiência, contudo as contribuições sobre o aumento da tarifa e também sobre a qualidade do serviço prestado pela Aneel devem ser enviadas entre 28 de março e 12 de maio. (Fonte: Correio do Povo)

20180227

Conta de luz segue com bandeira tarifária verde em março

O próximo mês começará com uma boa notícia para os brasileiros. A bandeira tarifária de março continuará na cor verde, o que significa que não haverá cobrança extra nas contas de luz. A principal justificativa para a manutenção da cobrança mais barata é a condição favorável na geração de energia hidrelétrica do país.

A volta das chuvas também contribuiu para que, pelo terceiro mês consecutivo, a bandeira verde permanecesse. Entretanto, nos últimos meses do ano passado, por causa do baixo nível dos reservatórios das hidrelétricas, houve cobrança extra nas contas de luz.

Em outubro e novembro, por exemplo, vigorou a bandeira vermelha no patamar 2, a mais alta de todas. Em outubro, o acréscimo foi de R$ 3,50 a cada 100 kWh consumidos no mês. Em novembro, como a Aneel antecipou a revisão dos valores que seriam aplicados a partir de janeiro de 2018, o valor adicional passou para R$ 5,00 a cada 100 kWh.

Já em dezembro, em razão do início do período chuvoso, a Aneel determinou a cobrança da bandeira vermelha, mas no patamar 1, com cobrança extra de R$ 3,00 a cada 100 kWh.

Essa alteração na cor da bandeira serve para arrecadar dinheiro e cobrir custos extras com a produção de energia mais cara, que é gerada pelas termelétricas.(Fonte: Agência do Rádio)

20170930

Aneel confirma bandeira vermelha patamar 2 para outubro

O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Romeu Rufino, anunciou que as contas de luz terão o segundo patamar da bandeira vermelha em outubro. Com a decisão, o consumidor terá um acréscimo de R$ 3,50 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) consumidos a partir de domingo, 1º de outubro. Em setembro, vigorou a bandeira amarela, que adiciona R$ 2,00 a cada 100 kWh consumidos.

Rufino ressaltou que não há risco de falta de energia, nem de racionamento. "O abastecimento está assegurado, mas terá um custo mais alto", afirmou Rufino.

Para tentar conter parte desse custo, a Aneel vai iniciar uma campanha nas redes sociais e na TV para estimular a economia de energia. Não haverá meta de redução de consumo. A campanha terá dicas para uso consciente de eletrodomésticos como ferro de passar roupa, ar-condicionado, máquina de lavar roupas e geladeira, entre outros. "O usuário pode contribuir e ter um consumo mais eficiente", afirmou.

O diretor-geral da Aneel disse que a quantidade de água que chega aos reservatórios das hidrelétricas foi a menor para meses de setembro de toda a série histórica, iniciada em 1931. "Com os reservatórios em situação crítica, vamos acionar as térmicas mais caras", disse Rufino.

A térmica mais cara acionada para fornecer energia no mês de outubro será a de Sepé Tiaraju, no Rio Grande do Sul. A energia da usina tem custo de R$ 698,00 por megawatt-hora (MWh). O segundo patamar da bandeira vermelha é acionado toda vez que o custo de geração da usina mais cara supera o patamar de R$ 610,00 por MWh.

Essa é a primeira vez que o segundo patamar da bandeira vermelha é acionado desde a criação do sistema. A conta de luz, porém, já teve um adicional mais caro. No primeiro ano em que as bandeiras vigoraram, em 2015, só havia um patamar de bandeira vermelha, e a taxa era de R$ 5,50 a cada 100 kWh.

Além do acionamento das termelétricas, o governo autorizou a importação de energia de países vizinhos. O Brasil já está recebendo 400 MW médios do Uruguai e há potencial para receber 1 mil MW médios da Argentina. A operação já foi autorizada. "Todas as alternativas estão sendo buscadas para oferecer energia mais barata", afirmou.

Com a bandeira vermelha em seu segundo patamar, o consumidor deve ter um acréscimo médio de R$ 5,60 em sua conta. Esse custo considera o consumo médio das famílias brasileiras, que é de 160 kWh por mês. Aqueles que consomem mais energia terão uma cobrança mais alta. (Fonte: Correio do Povo)

20170526

Contas de luz de junho terão bandeira verde, sem acréscimo na tarifa

A bandeira tarifária que será aplicada nas contas de luz no mês de junho será a verde, o que significa que não haverá custo extra para o consumidor. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), o retorno da bandeira verde foi possível pelo aumento das chuvas nos reservatórios das hidrelétricas em maio e pela perspectiva de redução do consumo de energia elétrica no país.

Desde abril, a bandeira estava vermelha, o que representa um acréscimo de R$ 3 a mais para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

A previsão da Aneel era que a bandeira tarifária vermelha patamar 1 continuasse em vigor até o fim do período seco, que vai até novembro.


Como funcionam as bandeiras tarifárias

O sistema de bandeiras tarifárias foi criado em 2015 como forma de recompor os gastos extras com a utilização de energia de usinas termelétricas, que é mais cara do que a de hidrelétricas. A cor da bandeira é impressa na conta de luz (vermelha, amarela ou verde) e indica o custo da energia em função das condições de geração.

Quando chove menos, por exemplo, os reservatórios das hidrelétricas ficam mais vazios e é preciso acionar mais termelétricas para garantir o suprimento de energia no país. Nesse caso, a bandeira fica amarela ou vermelha, de acordo com o custo de operação das termelétricas acionadas.

Segundo a Aneel, o sistema de bandeiras tarifárias sinaliza o custo real da energia gerada, possibilitando aos consumidores o uso consciente (Fonte: Gaúcha)