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20190804

WhatsApp vai mostrar se uma mensagem foi encaminhada muitas vezes



O WhatsApp está se esforçando para não contribuir – mais – com a disseminação de notícias falsas e boatos. Depois de limitar o número de vezes que uma única mensagem pode ser compartilhada e marcá-la como "encaminhada", a plataforma começou, nesta sexta-feira(2), a lançar um novo recurso que indica quando uma mesma mensagem foi encaminhada inúmeras vezes.


Anteriormente, a função, chamada "Frequently Forwarded" (encaminhado com frequência, em tradução literal), estava em fase de testes da versão beta 2.19.80 do WhatsApp. A assessoria da empresa informou ao Olhar Digital que a companhia está estreando a novidade em aplicativos Android e iOS atualizados de usuários no mundo todo de forma gradual.


Isso significa que os apps estão recebendo o recurso aos poucos e, por isso, em muitos ele ainda não está disponível. Como o Brasil é um dos maiores mercados do mensageiro, a ferramenta deve chegar em breve por aqui.


Com o recurso, uma mensagem encaminhada mais de cinco vezes será marcada com a etiqueta "Frequently Forwarded" ao lado de um ícone de seta dupla, em vez de uma seta única, como aparece no conteúdo encaminhado pela plataforma atualmente.


O WhatsApp também vai notificar o usuário quando ele for encaminhar uma mensagem que já foi enviada múltiplas vezes por outra pessoa com o texto "Essa mensagem vai ser marcada como encaminhada muitas vezes".


"Recentemente, introduzimos uma atualização em nossas mensagens encaminhadas que ajuda as pessoas a identificarem quando receberam mensagens que foram encaminhadas várias vezes anteriormente. Essas mensagens altamente encaminhadas serão marcadas com um ícone de seta dupla e os usuários serão avisados [sobre isso] quando encaminharem tais mensagens", disse um porta-voz do WhatsApp ao portal Live Mint.

A nova atualização vale para textos, imagens, vídeos e áudios encaminhados. É uma forma do WhatsApp combater a propagação de notícias falas e desinformação pela plataforma, problema que fez a empresa receber muitas críticas durante as eleições brasileiras de 2018. Fonte: Olhar Digital)


20190718

Instagram deixa de mostrar número de curtidas das postagens



Usuários da rede social Instagram no Brasil perceberam hoje (17) uma importante mudança. Entre os recursos da plataforma o número de “curtidas”, também conhecidas como “likes” que uma publicação recebe, não fica mais visível para todos os usuários. O tema foi um dos mais discutidos do dia em outra rede social, o Twitter, e esteve entre os mais buscados no Google.
A mudança no Brasil está entre os testes anunciados em abril deste ano durante um evento de desenvolvedores do Facebook, empresa controladora do Instagram.
A experiência faz parte de uma série de medidas que o Instagram vem anunciando nos últimos meses para combater práticas nocivas na rede, como o discurso de ódio ou o bullying na web. Tais ações são uma resposta a críticas recebidas pela plataforma de que sua arquitetura e lógica de funcionamento favoreceriam um ambiente prejudicial ao bem-estar de seus integrantes.
Um estudo da Sociedade Real para a Saúde Pública, realizado em 2017, apontou o Instagram como a pior rede social para o bem-estar e a saúde mental de adolescentes. Segundo o estudo, o Instagram tem impactos importantes em adolescentes, provocando ansiedade, depressão e solidão, além de outros efeitos como na autoimagem dos jovens a partir da lógica das fotos.
Felipe Neto, empresário com canais populares em redes sociais, esteve entre os que vocalizaram essa análise. Ele afirmou que a medida pode mudar a forma como a internet funciona. “O Instagram virou uma rede social tão de fomento à vaidade, ao ego que se transformou em um vírus. É um lugar muito mais negativo do que positivo. Tirar os likes vai ser interessante. Vai ser interessante tirar as disputas”, comentou em um vídeo postado em seus canais.
Além dos testes retirando a visibilidade pública das curtidas, a empresa anunciou algumas outras ações voltadas a coibir essas práticas. Neste mês, em uma nota, o diretor Adam Mosseri informou a implantação de uma ferramenta que usa Inteligência Artificial para questionar o usuário sobre seu conteúdo antes de postá-lo, se o sistema considerar que este pode ser ofensivo.
“Testes preliminares desse recurso mostraram que ele encoraja algumas pessoas a rever os comentários e compartilhar algo que gere menor dano, uma vez que elas tiveram a chance de refletir”, disse Mosseri no comunicado, divulgado no dia 8 de julho. (Fonte: Agência Brasil)

20190717

Aplicativo FaceApp pode abrir porta para abusos com dados dos usuários



Nos últimos dias, imagens de pessoas em versões mais velhas delas mesmas viraram a nova febre das redes sociais no país. O responsável por isso foi o aplicativo Faceapp, ferramenta para edição e aplicação de filtros a imagens, como a simulação das faces em idades mais avançadas ou em outros gêneros. Contudo, seu funcionamento e suas normas internas podem abrir espaço para abusos no uso e compartilhamento dos dados de seus usuários.
O FaceApp está disponível nas lojas de aplicativos Play Store (para o sistema operacional Android) e Apple Store (para o sistema operacional iOS). Na loja Play Store no Brasil estava listado em julho como o principal aplicativo na categoria gratuitos. Com nota 4,5 de 5, no momento da publicação desta reportagem, o app chegava perto de 1 milhão de downloads.
O programa é anunciado como uma ferramenta para melhorar fotos e criar simulações por meio de filtros. Nos modelos de edição há possibilidades de mudar cores do cabelo, aplicar maquiagem ou estilos de barba e bigode, entre outros. O sistema de inteligência artificial do app informa que pode encontrar “o melhor estilo para você”.

Política de privacidade

política de privacidade do app traz informações sobre quais dados são coletados e quais são os usos possíveis. Segundo o documento, são acessados as suas fotos e “outros materiais” quando você posta. Quais outros materiais? O documento não detalha. A empresa adota serviços de análise de dados (analytics) de terceiros para “medir as tendências de consumo do serviço”. O que isso significa? Não fica claro.
“Essas ferramentas coletam informação enviada pelo seu aparelho ou por nosso serviço, incluindo as páginas que você acessa, add-ons e outras informações que nos auxiliam a melhorar o serviço”, diz o documento. São utilizados também mecanismos de rastreamento como cookiespixels beacons (que enviam dados sobre a navegação para a empresa e parceiros dela).
As informações “de log” também são enviadas, como quando o indivíduo visita um siteou baixa algo deste. A empresa também insere mecanismos para identificar que tipo de dispositivo você está usando, se um smartphone, tablet ou computador de mesa. Podem ser veiculados anúncios por anunciantes parceiros ou instalados cookiesdessas firmas.
Por meio dessas tecnologias a sua navegação passa a ser totalmente rastreada. Segundo a empresa, contudo, esse volume de informação é reunido sem que a pessoa seja identificada. “Nós coletamos e usamos essa informação de análise de forma que não pode ser razoavelmente usado para identificar algum usuário particular”, informa o app.
As políticas de privacidade afirmam que a informação não é vendida ou comercializada, mas listam para quem a informação reunida pode ser compartilhada para as empresas do grupo que controla o Faceapp, que também poderão utilizá-las para melhorar os seus serviços. Também terão acesso empresas atuando na oferta do serviços, que segundo o documento, o farão sob “termos de confidencialidade razoáveis”. O que são termos razoáveis? O usuário não tem como saber.
O compartilhamento poderá ser feito para anunciantes parceiros. Se a empresa for vendida, ela poderá repassar as informações aos novos acionistas ou controladores. De acordo com o documento, mudanças nos termos podem ser feitas periodicamente, sem obrigação de aviso aos usuários. Assim, a empresa possui um leque amplo de alternativas de compartilhamento sem que o usuário saiba quem está usando suas informações e para quê.

Riscos

A diretora da organização Coding Rights, Joana Varon, avalia que o uso do app traz uma série de riscos e viola a legislação brasileira ao afirmar que poderá ser regido por leis de outros países, inclusive o Artigo 11º do Marco Civil da Internet (Lei Nº 12.965).
Joana considera a política de privacidade do FaceApp muito permissiva, uma vez que não é possível saber quais dados serão utilizados, como e por quais tipos de empresas. Entretanto, ela acrescenta que certamente a empresa responsável e seus “parceiros” trabalham os registros reunidos para alimentar sistemas de reconhecimento facial, uma vez que o app gera um poderoso banco de dados, não só de fotos dos usuários como de outras pessoas para as montagens (como de amigos ou de celebridades).
Ela diz que isso resulta em um problema grave, uma vez que as tecnologias de reconhecimento facial têm se mostrado abusivas, como nas aplicações de segurança pública. As preocupações levaram cidades a banir esse tipo de recurso, como San Francisco, nos Estados Unidos, ou São Paulo, que proibiu o uso da tecnologia no metrô.
“As pessoas ficam empolgadas mas no fim tem uma finalidade muito além do que só essa brincadeira, que nem é tão clara. É claro que imagens estão sendo utilizadas para aperfeiçoar o reconhecimento facial, tecnologia que tem se mostrado totalmente nociva. Não é só identificação de pessoas, mas do humor e outras características que não são comuns a outros tipos de dados biométricos, como digital”, explica.

Venda de dados

Para Fábio Assolini, analista sênior de segurança da Kaspersky, é possível que essas imagens acabem sendo empregadas em usos problemáticos. “Por utilizar inteligência artificial para fazer as modificações a partir do reconhecimento facial, a empresa dona do app pode vender essas fotos para empresas desse tipo, além desses dados facilmente caírem nas mãos dos cibercriminosos e serem utilizados para falsificar nossas identidades”, diz.
Assolini diz que os usuários devem tomar cuidado sobre como disponibilizam suas imagens para reconhecimento facial ou até mesmo publicamente. “Temos que entender essas novas maneiras de autenticação como senhas, já que qualquer sistema de reconhecimento facial disponível a todos pode acabar sendo usado tanto para o bem quanto para o mal”.

Dados expostos

Na opinião do coordenador do grupo de pesquisa Estudos Críticos em Informação, Tecnologia e Organização Social do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia (IBICT), Arthur Bezerra, o argumento da parte de muitos usuários de que não haveria problemas no Faceapp, uma vez que os dados das pessoas já estão expostos na internet não procede. 
"Embora plataformas como o Google e o Facebook tenha uma enorme gama de dados sobre nós, cada empresa busca formar seu banco de dados. E o Faceapp é desenvolvido por uma empresa russa, então quando você faz o download, você está compartilhando suas informações com uma nova companhia que você não sabe qual é. Se eu dissesse por alguém para me dar a senha do Facebook, a pessoa provavelmente não daria, pois todo mundo tem uma dimensão privada da sua vida", disse. 

Polêmicas

Modas como a do FaceApp já levantaram preocupações antes. Foi o caso do desafio dos 10 anos, que virou febre no Facebook no início do ano e provocou questionamentos pela alimentação de sistemas de reconhecimento facial. No ano passado, o Ministério Público abriu um inquérito para saber se a adoção dessa tecnologia pelo Facebook violava ou não a legislação.
Iniciativas em diversos países – como Estados Unidos, China e Rússsia – vêm sendo criticadas por defensores de direitos dos usuários. Empresas do setor, como a Microsoft, chegaram a pedir publicamente a regulação dessas soluções técnicas. No Brasil, o início da aplicação desses recursos pelo Sistema de Proteção ao Crédito no ano passado também foi acompanhado de receios. (Fonte: Agência Brasil)

20190714

Como fazer traduções com a câmera do celular usando o Google Tradutor



O Google Tradutor é um dos serviços mais utilizado para fazer a traduções de páginas e textos devido a sua praticidade e quantidade de idiomas suportados. Por sua vez, quem utiliza um smartphone, até pode acessar a sua versão web, mas a verdade é que seu aplicativo dedicado possui recursos exclusivos bem interessantes e que valem a pena.

Um deles, por exemplo, fica por conta do Google Tradutor poder usar a câmera do celular para fazer a tradução, em tempo real, de um artigo ou qualquer texto à sua frente. Veja então como usar a ferramenta do Google Translate.


Durante esta semana, o Google anunciou que a tradução em tempo real usando a câmera do aparelho poderá ser feita em diversos idiomas. Entretanto, até o momento da publicação desta matéria, apenas a tradução do inglês para o português e vice-versa estava disponível.

Como usar a câmera do celular para traduções com o Google Translate

O método de utilizar a câmera para realizar traduções é bem simples de ser executado, mas é preciso fazer o download de alguns pacotes de idiomas para que ele funcione melhor. Confira:
  1. Acesse a Google Play ou a App Store e realize o download da última versão do Google Tradutor;
  2. Ao abri-lo pela primeira vez, ele lhe oferecerá o download do pacote de idiomas Inglês. Assim, marque a opção ?Traduzir off-line? e toque em ?Concluído?;

    Reprodução
  3. Quando o download for finalizado, selecione a opção ?Câmera? e conceda a permissão para o aplicativo ter acesso a ela;

    Reprodução
  4. Agora, toque no ícone de um ?olho? na parte inferior da tela e aponte para onde deseja traduzir.
você tenha tirado a foto de um documento, página de um livro ou outro item. Para isto, basta seguir os mesmos passos acima, só que com a câmera aberta, selecionar o ícone de ?imagem?, conforme mostra a imagem abaixo.
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Fazendo a tradução de outros idiomas

Para fazer a tradução de algum artigo que este em outro idioma não sendo o português ou inglês, é necessário sempre escolher o idioma antes de usar a opção ?Câmera?. E, também, é necessário fazer o download do pacote do idioma a ser traduzido. Na imagem abaixo, você confere como fazer este processo e onde configurar o idioma a ser traduzido antes de usar a câmera, lembrando que, você terá que traduzir do idioma original para o inglês ou vice-versa.

Reprodução
Pronto! Agora, você já sabe como usar o Google Tradutor para realizar traduções usando a câmera de seu aparelho. O Google ainda não divulgou uma data oficial de quando mais idiomas estarão disponíveis para serem traduzidos diretamente para o português usando a câmera do celular.

20190703

WhatsApp tem instabilidade e não baixa áudio ou faz download de imagens




O WhatsApp está com instabilidade e não baixa áudio na manhã desta quarta-feira (3). O aplicativo para Android e iPhone (iOS), além da versão web do mensageiro, também apresenta falha no download de mídias e imagens. Segundo relatos de usuários no Twitter, o app parou de funcionar por volta de 10h40 de hoje. O site DownDetector, que monitora o funcionamento de serviços online, mostra que o problema atinge principalmente o Brasil, Argentina, Alemanha e outros países da Europa.

Ao tentar carregar uma foto no app, surge a mensagem: "não foi possível transferir a imagem. Tente novamente. Se o problema continuar a acontecer, tente se conectar a uma rede Wi-Fi". Ainda há reclamações sobre não conseguir fazer o download de mensagens de voz na plataforma. O Instagram e o Facebook também estão com bug no carregamento de mídias. O TechTudo entrou em contato com a assessoria do WhatsApp, porém não houve resposta até o momento.


De acordo com o site DownDetector, o pico de reclamações chegou a 10.520 por volta de 10h50 de hoje. Além do WhatsApp, o Instagram e o Facebook também enfrentam problemas. A rede social de fotos está com falha para postar Stories ou imagem no feed, segundo relatos de brasileiros. A instabilidade do Facebook não permite que os usuários carreguem mídias na linha do tempo ou em perfis. O bug afeta os apps para celular Android e iPhone (iOS), além da versão web. Fonte: TechTudo)

20190702

Ninguém mais vai usar smartphone em cinco anos, diz Samsung



O lançamento do Galaxy Fold tem sido um grande desafio para a Samsung, mas isso não fez que a empresa mudasse sua visão sobre o dispositivo. Para a companhia, o hardware dobrável é uma espécie de ponte para um futuro sem smartphones.

"O design do smartphone atingiu um limite e, por isso, projetamos um modelo dobrável", diz Kang Yun-Je, chefe da equipe de design da empresa. "Além disso, estamos nos concentrando em outros dispositivos que já começam a causar um impacto mais amplo no mercado, como fones de ouvido inteligentes e smartwatches. Em cinco anos, as pessoas nem perceberão que usam telas."


Segundo DJ Koh, CEO da Samsung, os últimos 10 anos foram a era do smartphone. "A partir deste ano, talvez uma nova fase se abra em razão do surgimento da internet das coisas, do 5G, da inteligência artificial (IA) e uma mistura de todas essas tecnologias. A nova era está na nossa frente."

De acordo com Diego Cibils, cofundador da Kona, empresa de software de IA, o futuro parecerá muito mais com Star Trek ou Minority Report. "O smartphone foi um ótimo aparelho para o que eu acho que é um período de transição entre o paradigma da computação no desktop e o paradigma da 'computação da liberdade'", avalia.

Em vez de cada indivíduo ter sua própria tela, dispositivos inteligentes interconectados em diferentes locais permitirão que a realização de tarefas que normalmente seriam executadas em telefones. A diferença é que eles usarão recursos ambientais e telas flexíveis incorporadas em paredes, veículos, em torno do pulso ou até mesmo no tecido das roupas.


Para assistir a vídeos, ouvir música, visualizar e responder mensagens, "pode-se ter a mesma experiência em qualquer lugar". "O dobrável vai durar anos", estima Cibils. "Uma vez que o 5G e a internet das coisas estejam disponíveis [juntos], em vez de smartphones haverá dispositivos inteligentes. Eles podem diminuir, mas novos aparelhos surgirão."  (Fonte: Olhar Digital)